ALERTA
AS SUTILEZAS DE...
Tenho refletido a respeito dos rumos que a religiosidade esta impondo aos cristãos. Sei que posso parecer amargo, acido, ou mesmo herético em alguns pontos que a tradição se fez tão forte que acabou cegando os homens. Aliás, essa questão de cegueira é muito preocupante primeiro porque, no caso da cegueira espiritual, já significa falta de luz, falta de entendimento, e já bem caracteriza a ação do “deus deste século” II Cor.4; 3-4.
Ora, que aqueles que vivem nas “regiões das trevas”, andem errantes por suas próprias escuridões, tendo o próprio entendimento embotado, não é nenhum espanto ou escândalo para nós, porém nos é requerido andarmos na Luz, - Ef. 4: 17 – 21; e 5; 8
I Jo. 1; 5- 6.
Poderíamos discorrer sobre esse aspecto com mais profundidade, porém, cremos que os irmãos possuem a Unção e a esse respeito à Unção vos ensinara e confirmará o que estamos dizendo.
As filosofias que invadem nosso cotidiano, recheadas algumas de justiça humana, outras de bondade humana, a grande maioria delas são permeadas de emocionalismo cativante tão intenso que convence seus agregados de uma espiritualidade divina e santa, sem que percebam que nasceu no inferno, que emana dos laboratórios de satã.
A sutil dialética da serpente no Éden, não é “afastar o homem da busca de Deus, antes é conduzi-lo mais rapidamente a semelhança de Deus, por meio do conhecimento do bem e do mal”.
Que mal há nisso? Assemelhar-se ao seu Criador?
Que mal há em estabelecer parâmetros de Justiça humana que se assemelhem aos parâmetros Divinos, principalmente aqueles que nos fazem parecer tão justos como Deus, julgando, condenando, excluindo? Infelizmente muitos não perceberam que a Liberdade de Julgar não nos foi permitida, - a verdade é: - “Não julgueis e não sereis julgados, pois na medida com que medirdes sereis medidos”. Mt. 7; 1-2 ( e nem vamos entrar na questão do argueiro agora!) e ainda que haja uma forma de julgar, Jo. 7; 24 o justo juízo, que é atributo do próprio Deus, se vê permeado do que Ele é, Amor, e só nessa condição nos é permitido.
Gostaria de abordar dois aspectos interessantes a respeito do sermos cristãos e do cristianismo que nos envolve, essa filosofia histórica que supostamente atribuem a Jesus Cristo, como seu criador.
Ate os dias de Constantino existiam cristãos, e a partir dele passou a existir o cristianismo. Até os dias de Constantino existia a Igreja como uma presença ativa natural em meio às civilizações, que saiu de Jerusalém, atingiu a Samaria, e foi caminhando em direção aos confins da Terra, que ao contrário do judaísmo atraia para Jerusalém. Mas a partir de Constantino a instituição estatal denominada Igreja, tornou-se enraizada em Roma. Deixou de estar centrada em Jesus Cristo, e passou a estar centrada em um homem, que constituiu um clero, que exigiu ser servido por um povo de forma obrigatória e submissa.
Dessa instituição humana, falsa e totalmente contraria a ordenação de Jesus por ocasião do que chamam de “grande comissionamento”, o ide por todo o mundo, origina-se com certeza todo esse processo faccioso, que já é uma ação satânica de esfacelamento da Verdade que sustenta e é sustentada pela Unidade (Jo. 17). A grande heresia das Denominações e dos Ministérios Pessoais e Nominais.
Se havia um “papa” em Roma, as denominações da igreja institucionalizada proporcionaram a existência de um “papa” na “cadeira de Moisés” em cada uma delas, sem contar os “intocáveis ungidos” em cada localidade.
O pior estava por vir. O fenômeno do crescimento, da expansão, somado à corrida pelo poder, gerou a corrupção das interpretações que favoreceram essa panacéia oferecida pelo sincretismo religioso, além de dar ao processo institucional dominante a credibilidade que tanto necessitava para parecer verdadeiro.
A má interpretação do que disse Gamaliel em Atos, 5; 33-40, como bem nos alertou Israel Sandro, em conversa que tivemos a respeito desses enganosos movimentos que nos cercam. Bem como também mal se interpreta o que diz Paulo, em Filipenses 1;15 – 18. Se Gamaliel propõe que o falso desaparece o e verdadeiro permanece, e assim se diferença um do outro, não o diz quando, não lhe determina o tempo de desaparecimento, o que pode só ocorrer no Juízo e somo aqui, no dia em que bodes e ovelhas serão separados, no dia em que joio será atado para a queima, no dia em que uns ouvirão; “vinde benditos”, e outros; “apartai-vos malditos”, uns para o Reino do meu Pai e outros para o Fogo Eterno. Por causa da má interpretação; dizem alguns que os movimentos que são de Deus, têm permanecido, e contra fatos não há argumentos, porém a questão não é subsistirem num mundo dominado pelo maligno, I Jo. 5; 19, a questão é permanecerem na realidade Reino Eterno de Nosso Senhor Jesus Cristo, como Verdade! Se Paulo diz, que o que lhe importa é que o Evangelho seja pregado, não significa que concorda com a pregação mentirosa e falsa que gravita em torno da Verdade que ele Paulo prega e anuncia, com o preço de sofrimentos e perseguições, antes diz que por causa dessas mentiras, dessas maquinações satânicas em torno da verdade, ele pode anunciar essa Verdade, o que o faz sofrendo as conseqüências que os mentirosos promovem. Alias, alerta, por exemplo, aos de Roma que estavam já envolvidos na operação do erro, que sofreriam por essas trocas da verdade pela mentira e que os fazia dignos de morte ou por ação ou por cumplicidade. Rom. 1; 21 – 32.
Existem dois tipos de inimigos da Palavra, da Sã Doutrina. Existem aqueles que se declaram contra de forma consciente e clara, e existem aqueles que se vestem de piedade, que professam essa fé, que até mesmo pregam essa mensagem, mas com sua própria maneira de viver, com seus interesses pessoais acima da Vontade de Deus, negam essa piedade; 2 Tm.3; 1- 8.
Imagine um cidadão chamado Diótrefes à frente de uma comunidade de cristãos em algum lugar, resistindo à verdade; 3 Jo.9 em contraposição a Gaio, acolhedor dos irmãos na mesma localidade, 3 Jo. 1-8.
Diotrefes está lá, não só amando o primeiro lugar como em posição de primazia diante dos irmãos! Dono da Verdade, senhor dos irmãos, reinando absoluto, com sua doutrina inquestionável e supostamente cristã. Ele é o “pai de santo” no terreiro; o “papa” em Roma, o “ungido” no Reino! Ele é a serpente no jardim do Éden. Mas o pior, não é o posicionamento de Diotrefes, o pior é a doutrina que ele prega, pois é por meio dela que sustenta sua posição e seu estado de dominador, e é por meio dela que engana os irmãos vencidos pela ignorância, única forma pela qual satanás pode controlar os homens, assentando-se no lugar de Deus e fazendo-se passar por Deus, 2ª Ts. 2; 4.
Existem doutrinas que são declaradamente, contrarias a sã doutrina, aos ensinamentos de Jesus Cristo, como as doutrinas de homens, ou tradições religiosas humanas que acabam por rejeitar a Vontade de Deus, Mr. 7;7 -8. Ainda se fala das doutrinas dos fariseus, Mt. 16; 12 ensinamentos comparados a fermentos proibidos no meio do povo, e doutrinas de espíritos e de demônios, I Tim. 4; 1- “espíritos enganadores e doutrinas de demônios”.Espíritos enganadores! Sim espíritos enganadores. Alguns animais têm a habilidade de se disfarçarem por meio de um fenômeno, de uma metamorfose assumindo aparências, de flores, pau, pedras, com um único objetivo, que é apanhar suas presas. São predadores sutis, ardilosos, traiçoeiros que aparentam ser o que não são. Assim fazem os espíritos enganadores e os demônios, pregam alguma coisa muito semelhante a verdade, mas que não é a verdade. Fazem a mentira tornar-se parecida com a Verdade, a mensagem destruidora parecer Palavra de Vida. Vemos isso de forma clara em nossos dias. Já vi cultos onde esperava ouvir a Palavra Santa, estarem tão corrompidos que não havia diferença entre o lugar e um terreiro de macumba onde as pessoas estavam em transe. É algo de revirar o estomago, pois parece que usar o nome de Jesus, para estabelecer uma reunião é um consenso nojento para se permitir todo o tipo de cretinas abominações. Feitiçarias, idolatrias, aberrações espirituais estão se escondendo sob “o nome de Jesus”, e o povo na sua carência e na sua inocência, se vê levado por esses crápulas doentes e desequilibrados, aos limiares da exploração e da ignorância. NÃO FAÇAMOS NÓS, COMO O POVO DESSA TERRA! NÃO PRATIQUEMOS SUAS ABOMINAÇÕES, SEUS SORTILÉGIOS, SUA ADIVINHAÇÕES, SUAS FEITIÇARIAS.
AMADOS IRMÃOS.